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    <title>Blog PsicoLight</title>
    <link>https://www.psicolight.com.br</link>
    <description>Conheça nossos profissionais e o que eles tem a dizer!</description>
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      <title>Blog PsicoLight</title>
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      <link>https://www.psicolight.com.br</link>
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    <item>
      <title>Regulação Emocional em Terapia Cognitivo Comportamental</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/regulacao-emocional-em-terapia-cognitivo-comportamental</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Regulação Emocional em Terapia Cognitivo Comportamental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No final do século XX, as descobertas de Damásio, (1995), sobre as emoções e de suas interações com os processos cognitivos, naturalmente conduziram, ao começo da investigação no campo da Inteligência Emocional. A partir daí, foram publicadas pesquisas avaliando a importância do domínio da inteligência emocional como algo importante para regular e promover a saúde mental, influenciando no crescimento emocional e intelectual dos indivíduos. (ARRUDA, 2014 Apud MAYER E SALOVEY, 1997; VIEIRA, MOREIRA &amp;amp; MORGADINHO, 2008).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo Arruda, (2014) apud Mayer, Salovey, (1997), e Silva, (2010), é importante compreender as emoções básicas de: Alegria, Tristeza, Medo, Raiva, Nojo e Surpresa, como uma experiência subjetiva que envolve toda a mente e o corpo, sendo uma reação complexa desencadeada por um estímulo que envolve reações orgânicas e sensações pessoais, além da compreensão e validação das emoções, mesmo quando algumas delas sejam consideradas negativas, todas elas possuem objetivos essenciais de sobrevivência e preservação do organismo, gerando aprendizagem e memória de eventos similares que antes foram vivenciados e considerados ameaçadores. Conhecer as emoções é fundamental para compreendê-las em seus significados e funções, assim como quais estratégias de regulação emocional serão mais eficazes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo assim, a ativação de uma emoção tem como propósito preparar o organismo para adaptar e alcançar níveis de bem estar, tendo como consequências imediatas uma alteração no estado corporal e nas estruturas cerebrais a que corresponde essa emoção. Cada pessoa tem uma forma de avaliar suas emoções ao se relacionar com os outros em seu meio social, a maneira em que a emoção é avaliada também sofre influencia em sua intensidade, quanto maior o domínio e gestão da emoção melhor ela será sentida e expressa ao exterior, enquanto a sua negação ou tentativa de fuga de sua intensidade, podem trazer comportamentos de fuga ou esquiva de pessoas ou eventos que tragam á tona a emoção negada, comportamentos relacionados á compulsões variadas, uso de drogas e álcool como forma de evitar lidar com sentimentos e pensamentos relacionados às emoções. (ARRUDA, 2014 Apud MELO, 2005: LEAHEY, 2013).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Á longo prazo, essas sensações irão se acumular tornando-se insuportáveis e confusas para aquele que sente, por não conseguir validar essas sensações que são inatas ao ser humano, parte de sua existência e de sua relação consigo, com os outros e com o ambiente. O processo psicoterápico para regulação emocional tem como propósito primeiramente identificar e reconhecer as emoções básicas, e a partir daí nomear, reconhecer e regular essas emoções no organismo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Terapia Cognitivo Comportamental nos auxilia na compreensão emocional, e regulação das emoções básicas, assim como as emoções secundárias de culpa, vergonha, ciúmes, orgulho, simpatia, admiração, entre outras, que são culturalmente aprendidas e integradas a memórias, sendo avaliadas como boas ou ruins trazendo prejuízos á pessoa de acordo com a maneira negativa que ela faz essa auto avaliação de sentir e agir a partir de tais emoções. Daí a importância do processo psicoterápico para auxiliar na compreensão de como nossos pensamentos, por meio de nossa avaliação vivenciando emoções intensas, influencia terminantemente nas reações e ações a partir delas e de como nos percebemos ao senti-las. (FERREIRA, 2020: LEAHEY, 2013).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Núbia Ferreira da Silva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CRP -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           04/70066
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nubiapsicotcc@outlook.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (34) 99174-6190
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (62) 99509-9057
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências Bibliográficas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            ARRUDA, Marlene de Jesus Ferreira Carvalho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ABC das emoções Básicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Implementação e avaliação de duas sessões de um programa para a promoção de competências emocionais, um enfoque comunitário. 2º Ciclo de Estudos em Psicologia da educação. Ponta Delgada 2014.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            FERREIRA, José Walison.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Regulação Emocional em Terapia Cognitivo Comportamental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Pretextos – Revista da Graduação em Psicologia da  PUC. Minas. Pág. 5, 9, 618, 630. 2020.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            LEAHEY, Robert L.Et al.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Regulação Emocional em Psicoterapia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um guia para o terapeuta Cognitivo Comportamental. Porto Alegre. Artmed.  2013.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/Nubia-1e2d432a.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 27 Oct 2023 21:30:39 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Um certo olhar sobre a Procrastinação</title>
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      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um Certo olhar sobre a Procrastinação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O termo procrastinação origina-se do latim PROCRASTINATUS onde PRO significa à frente e CRASTINATUS de amanhã, para amanhã, dia seguinte. Trata-se de um verbo, ação ou condição com uma propriedade temporal de adiar, deixar para depois, "jogar" para um momento no futuro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No campo psicológico este tipo de comportamento está associado ao estado de ânimo, motivação ou até inspiração como veremos um pouco mais à frente. As causas relacionadas à procrastinação podem ter vários fatores como ansiedade, problemas com auto estima, medo de reprovação entre outros transtornos diversos. No campo da neurociência há literatura que aponta ligações entre procrastinação e algum comprometimento na área do córtex pré frontal, isto porque esta área corresponde às atuações de foco, atenção, direcionamento, objetividade, relação com o mundo externo e controle dos impulsos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O fato é que quando se procrastina algo, o que está sendo procrastinado não está na lista de prioridades ou, de outro modo, não lhe causam atração ou prazer no ato de sua execução. Podemos classificar a procrastinação em dois grandes grupos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O primeiro, chamado de procrastinação de manutenção, está ligado a ações do dia a dia, que fazem parte da organização diária, pessoal, de sobrevivência e cotidiano. Tarefas e atividades como limpeza e organização de espaços que usa, organização com alimentação, contas, compromissos com datas, etc. Já o segundo, denominado de procrastinação de desenvolvimento, está ligado a melhorias na qualidade de vida e envolve projetos, planos mais elaborados ou propósitos elevados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neste grupo podemos citar algo como cursos ou especializações, iniciativas que busquem facilitar ou melhorar a vida de si mesmo e/ou de outras pessoas, aquisições ou status que melhorem o padrão de vida. É importante observarmos que o ato de procrastinar muitas vezes pode estar sendo mal usado quando fazemos a percepção de contexto ou circunstância na qual está sendo apontado. Tomemos um exemplo, se considerarmos, no plano das motivações, que uma atividade que está sendo cobrada ou exigida do grupo do desenvolvimento, como executar uma tarefa ligada à compreensão e análise de um texto, por exemplo, porém a pessoa não teve condições de se alimentar naquele dia, o cerne do problema não é a procrastinação em si com a atividade intelectual, mas sim a questão pontual fisiológica da sua alimentação, pois a segunda é imperativa sobre a primeira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma outra questão que deve ser equacionada quando falamos de procrastinação está relacionada às escolhas. O conjunto de elementos que são expostos como procrastinação dizem respeito a escolhas que foram feitas pela própria pessoa? A pessoa que está procrastinando está identificada com aquilo que ela "tem" que fazer? Se a resposta for não pois não houve um momento de reflexão e decisão acerca da necessidade de se executar a tarefa ou atividade, a procrastinação, neste caso, atua como uma defesa diante de algo que não faz sentido ou não tem significado para o sujeito que está procrastinando. Isto porque se trata de uma exigência "externa" onde não houve um momento de conscientização ou reflexão acerca do significado ou necessidade de executar tal atividade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito importante que o indivíduo se dê conta do que está envolvido no que ele chama de procrastinação pois se forem tarefas com as quais não se identifica ou lhe agradem mas, por outro lado, são necessárias para a sua manutenção de vida torna-se necessário que faça um processo de harmonização entre esses dois conjuntos de forças ora sua organização para continuar vivendo (manutenção) ora reconsiderando as condições que constroem sua trajetória de vida e seus planos mais caros, a longo prazo, na sua existência como indivíduo, sujeito e cidadão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fatima Garcia 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CRP 06/48010-2
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (11)943787104
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            psyche.fatima@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/fatima.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 04 Aug 2023 20:38:38 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Afinal, como é uma sessão?</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/afinal-como-e-uma-sessao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, como é uma sessão?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                  Ao decorrer do percurso de me tornar psicólogo e, precedente à isto, meu percurso como estudante da psicanálise, frequentemente sou questionado sobre a maneira de trabalho dentro de um consultório psicológico, ou seja: como é uma sessão com um paciente? O que acontece dentro da sala?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                  Na minha experiência, tanto como psicólogo e analisando (paciente), a pergunta pouco considera a dinamicidade e a infinitude do objetivo mor da psicologia, que, à meu ver, se resume na investigação do desconhecido inconsciente. Dado isto, formular uma resposta sucinta e verdadeira parece algo difícil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                  Em uma sessão, paciente e analista juntos mantêm uma relação profissional e respeitosa, para assim poder observar qualquer cadeia associativa inconsciente. Na medida em que o paciente associa livremente, ou, em outras palavras, comunica seus pensamentos no momento da sessão, independentemente do conteúdo deles, cabe ao analista escutá-lo, também sob um estado de leveza. Períodos de silêncio, diálogos ou memórias, podem provar ser rica oportunidade de observar o desconhecido. Todo momento se torna único e singular no contexto da sessão. Comunicações aparentemente mais superficiais de um paciente podem revelar toda uma cadeia de pensamento inconsciente por trás. Mostrando-se atento, o profissional pode assim observar e comunicar aquilo que apreende da sessão, criando uma experiência emocional. Desta experiência, o paciente possivelmente tem oportunidade de aprendizagem, de dar sentido à suas emoções a partir da comunicação de seu psicólogo. Aqui, para esclarecer o que escrevi até agora, relembro a famosa frase de Sigmund Freud a respeito da mente humana, em sua obra “Conferências Introdutórias à Psicanálise”:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 “Quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir, se convence que os mortais não podem ocultar nenhum segredo. Aquele que não fala com os lábios, fala com as pontas dos dedos: nós nos traímos por todos os poros.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                  Tendo isto em vista, acho crucial ressaltar que cada paciente é um paciente único. Aspectos da técnica de um psicólogo são importantes, mas devemos sempre nos lembrar de compreender que cada paciente é individual à sua maneira. O trabalho dentro de uma sessão exige uma inevitável aceitação por parte do psicólogo do desconhecido dentro da sessão que, apesar da preparação teórica do profissional, a experiência prática sempre demonstra o “não saber” prevalecendo sobre o saber. Com isto, acontece que cada sessão, mesmo que seja com o mesmo paciente, deve ser enxergada como uma experiência inédita: Um novo dia proporcionando um novo trabalho a ser realizado, tão vasto é a dimensão da emoção humana. Ainda que seja o mesmo paciente, o mesmo consultório, e o mesmo profissional, a alma está em constante mudança, e o que podemos fazer é aceitá-la, observar e aprender.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 Então, sempre que sou questionado sobr
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e como é uma sessão de terapia com um paciente, penso que não há uma resposta. Se você tiver curiosidade de como se dá este processo de terapia, tão único a cada pessoa, a minha recomendação permanece sempre a mesma: procurar um psicólogo e experimentar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcelo Seara Medeiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CRP: 06/191614
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E-mail: marcelomedsea@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ( 11) 98727-8460
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/marcelo-seara.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/marcelo-seara-13237c0d.jpg" length="32288" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 May 2023 17:08:27 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Metas e Acrasia</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/metas-e-acrasia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Metas e Acrasia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como andam as metas que você estabeleceu dia 01 de janeiro?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A que se deve o fato de não conseguirmos atingir nossas metas ao findar o ano?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Aqui particularmente, não quero me ater aos empecilhos estruturais, sociais e financeiros, apesar de amar esse debate. Talvez em outro momento, ok?!)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O senso comum pode justificar o fracasso através do conceito de acrasia, que se refere à falta de domínio de si, devido à fraqueza da vontade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Porém, devemos levar em conta que muitos dos nossos propósitos de janeiro são esquecidos, substituídos ou simplesmente deixam de fazer sentido ao longo do ano. (aqui caberia um "é sobre isso e tá tudo bem!")
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Isso significa que somos seres dinâmicos, estamos em dialética com o mundo, modificando e sendo modificados por ele.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Tudo bem estabelecer metas, planejar e sonhar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O que não vale é se culpar se no balanço de final de ano algo não for concretizado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Camila Aurea de Andrade Melo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Psicóloga CRP 04/69622
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (32) 988987356
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:camila.aa.melo@live.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           camila.aa.melo@live.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           @camilaaurea_
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/camilaaurea-9267a0fc.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 31 Mar 2023 12:52:26 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Depressão do Idoso</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/a-depressao-do-idoso</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A Depressão no idoso – O diagnóstico precoce para viver mais, mas viver bem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não demora muito para o Brasil ser considerado um país com alto índice de idosos. De acordo com O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2060 o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Esse número chama atenção, considerando que teremos 1 idoso para cada 4 brasileiros. Cabe, então, a pergunta que não quer calar: Contaremos com políticas públicas para atender satisfatoriamente essa população? Torna-se preocupante pensar na qualidade de vida desses idosos, já que viver mais não necessariamente quer dizer viver bem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Entre os males que acometem o idoso, a depressão chama atenção, por conta dos riscos e armadilhas que poderá apresentar.  Ela é mais comum em algumas famílias, podendo repetir-se de geração em geração, explica o geriatra João Senger – “Herdada ou não, está frequentemente associada a alterações neuroquímicas no cérebro, principalmente na velhice. Os quadros depressivos podem ter características peculiares entre os mais velhos. Grande parte dos pacientes não relata, objetivamente, sentir tristeza. Eles tendem a apresentar queixas quanto a dores no corpo, alterações no apetite e no sono, perda ou ganho de peso, falta de ar, diarreia, constipação ou má digestão. Também, são comuns sintomas como irritabilidade, ansiedade, perda de interesse, esquecimento e dificuldade de concentração”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Importante entender que a depressão pode ser atípica e nem sempre o idoso reclama de tristeza, chora com facilidade ou fica desanimado. Muitas vezes, ele nem se dá conta de que está deprimido. No envelhecimento os traços de personalidade se acentuam – a velhice é uma caricatura do que a pessoa foi, relata Senger: “Se você sempre teve o mau humor como um traço marcante, deverá se tornar um idoso mais mal-humorado ainda. Quem sempre foi dócil vai ter essa característica intensificada”
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que a Avaliação Neuropsicológica, aliada ao acompanhamento médico, poderá contribuir com o paciente idoso, especialmente quando há queixas de transtornos cognitivos, como problemas de atenção, memória, concentração, etc.  Esse quadro poderá dificultar o diagnóstico diferencial, entre processos demenciais e a pseudodemência depressiva, uma vez que depressão maior pode cursar com déficits cognitivos. Quanto mais rápida a intervenção, pode-se partir para uma reabilitação, a fim de se preservar algumas funções cognitivas que não foram comprometidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            De tudo isso, percebe-se que viver bastante poderá ser muito bom, desde que os anos cheguem com qualidade de vida e sejam regados, preferencialmente, com muito amor e alegrias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Maria Cristina D. Amaral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Psicóloga - CRP 06/102833
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           (11) 99321-3363
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cristina.amaral@uol.com.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instagram: @maria_cristina_amaral
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/07/25" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/07/25
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                       
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2017/06/depressao-em-idosos-os-riscos-e-as-armadilhas-da-doenca-nesta-fase-da-vida" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2017/06/depressao-em-idosos-os-riscos-e-as-armadilhas-da-doenca-nesta-fase-da-vida
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 25 Mar 2023 18:14:43 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/cristina.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dependência Química</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/dependencia-quimica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dependência Química
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olá! Me chamo Fernanda dos Reis, sou psicóloga clínica (CRP 08/ 32070) e membro da equipe de profissionais do Psicolight, com cadastro específico (e-Psi) para realizar atendimentos de forma online. Utilizo como referencial teórico para meus atendimentos a psicologia analítica de Carl Gustav Jung e busco auxiliar as pessoas que atendo a se individuarem, ou seja, a se tornarem-se cada vez mais quem elas realmente são. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, irei apresentar brevemente a perspectiva da psicologia analítica sobre o tema da dependência química, como é realizado o tratamento e quais são os resultados apresentados com o mesmo. Espero que gostem!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DEPENDÊNCIA QUÍMICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Síndrome de Dependência 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (dependência química) é uma subdivisão do Transtorno mental e comportamental por uso de substância psicoativa e se caracteriza pelo "conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem depois de repetido consumo de uma substância psicoativa (SPA), tipicamente associado ao desejo poderoso de tomar a droga, à dificuldade de controlar o consumo, à utilização persistente apesar de suas consequências nefastas, a uma maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obrigações, a um aumento da tolerância à droga e por vezes, a um estado de abstinência física" (CID 10, 1996, p. 10).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pessoa que sofre com a dependência química é, muitas vezes, chamada de “adicta”. O termo “adicção” possui sua etimologia no latim e significa "escravidão". O escravo é aquele que não tem direito de escolha e que só pode obedecer àquilo que lhe pedem. Ele possui devoção absoluta e é impotente perante o outro, assim como o adicto ou o “dependente” perante a droga ou a outro objeto de adicção. Na adicção, o indivíduo sempre desenvolve uma relação de dependência que precisa ser tratada de forma eficaz (BENZECRY, 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dependência de drogas interfere na consciência e em suas funções. O sujeito acaba por se alienar de si mesmo e por restringir sua personalidade e sua vida, tendo em vista que ele abdica de atividades, obrigações e valores em função da droga. Ao dominar a consciência do sujeito, a droga torna-se como se fosse o centro de sua consciência, fazendo o ego voltar-se em seu sentido (BENZECRY, 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicologia analítica compreende que a pessoa com adicção é aquela que não aceita sua condição de ser humano. Isso porque o principal objetivo dessa pessoa é evitar o desconforto e controlar os sentimentos. Ao fazer isso, o adicto “nega seu medo de viver, de correr os riscos da vida, do desprazer, do não (...)” e da dor (BENZECRY, 2017, p. 40).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O foco da questão da dependência não está no uso da substância em si, mas na busca ávida por paliativos que aliviam as dores e desconfortos existenciais. A pessoa que faz uso de alguma substância psicoativa visa permanecer sentindo-se bem. O indivíduo aprende a encontrar um bem-estar vindo de fora e não desenvolve ou não utiliza seus recursos internos (ESCH, 1991 apud. BENZECRY, 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O TRATAMENTO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            “Uma verdadeira terapia analítica só é possível na presença de uma motivação pessoal e profunda”. No caso do tratamento da dependência química, isso acaba sendo visto como um empecilho, já que muitas vezes a motivação para análise não é psicológica e interior, mas exterior, vinda da sociedade. Dessa forma, o primeiro passo para que o tratamento ocorra é transformar a motivação em algo vindo de dentro para fora e não de fora para dentro (ZOJA, 1992, p. 15).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Para que isso ocorra, é imprescindível que a pessoa reconheça que sua vida é controlada - pela droga - e encontre um novo sentido para ela, desenvolvendo valores que sejam mais poderosos que a droga e que ela própria (tendo em vista que ela encontra-se identificada com a droga). A finalidade deste novo sentido é “ter a motivação necessária para o enfrentamento dos riscos e dores da vida, caso contrário, mesmo que fique ‘limpo’ ou sóbrio o adicto terá grande probabilidade de deslocar a sua dependência para outra substância ou comportamento” (BENZECRY, 2017, p. 41).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Para que o processo de recuperação aconteça, o adicto precisará reconhecer seus limites e encontrar um poder que considere superior a ele/droga para separá-lo dela. “Ele precisará se apoiar em alguma referência que não esteja ligada à droga, entretanto, como todas as referências mundanas estão, só lhe restará encontrá-la fora do mundo” (BENZECRY, 2017, p. 45).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Mesmo que o adicto identifique essa referência em algo do mundo, como por exemplo, o próprio grupo, ele estará lhe atribuindo uma qualidade extramundana, transcendente, no caso, um poder superior ao da droga. Assim, ao se estabelecer uma referência extramundo, um valor transcendente, no processo de recuperação, a dimensão espiritual do homem será expandida" (BENZECRY, 2017, p. 45).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            À medida que o adicto faz escolhas baseadas nas suas necessidades, ou seja, naquilo que lhe é, ou não, conveniente, ele abandona uma atitude voltada para a droga, ou seja, para seu interesse. É uma mudança em que o adicto para de ser guiado por seu interesse (droga) e passa a ser guiado por sua necessidade. Nessa mudança, ele acaba se separando da droga e, necessariamente, “se apoiando em alguma referência com aspecto sagrado, extramundano, transcendente” (BENZECRY, 2017, p. 47).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Nesse processo, o adicto é levado a descobrir e a renovar seus valores, reconquistando seu livre-arbítrio com a responsabilidade inerente a ele e a moralidade resultante. Assim, ele desenvolverá a autonomia que havia sido impossibilitada com a identificação com a droga (BENZECRY, 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O processo de recuperação precisa incluir a vivência da adicção. Caso contrário, a droga permanecerá no inconsciente pessoal do sujeito. Assim, enquanto antes o indivíduo buscava a mudança a partir de fora (usando a droga), na recuperação, ele experimenta “a mudança possível, de dentro para fora, na qual a realidade não muda, quem muda é o olhar sobre ela, é o próprio indivíduo” (BENZECRY, 2017, p. 54).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RESULTADOS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A partir da intervenção da psicologia analítica, os sentimentos que, através da compulsão, eram evitados pelo adicto, passam a ser elaborados por um movimento reflexivo. Percebe-se que, mais do que evitados, estes sentimentos eram temporariamente modificados pelas drogas, enquanto o adicto ficava como se numa cápsula isolado de seu real sentimento atual. Com a intervenção, os sentimentos são considerados e valorizados, vistos como necessários ao processo de autoconhecimento e de transformação íntima (BENZECRY, 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            No processo de recuperação, o indivíduo encontra sentido para sua vida; ocorre uma progressiva transformação interior no sentido de uma ampliação da consciência, com exercício do livre-arbítrio e a progressiva expressão de sua singularidade, tal como o processo de individuação descrito por Jung ao tornar-se a si mesmo, o ser único e original que se é. Agora, o indivíduo é capaz de escolher, não é mais adicto, escravo da droga, tem a capacidade de dizer não (BENZECRY, 2017)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONTATO:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://sites.google.com/view/psicoterapiaanaliticaonline/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Site Psicóloga Fernanda Reis
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instagram: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/psicologia.e.alma/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           @psicologia.e.alma
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E-mail: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:psico.reis@outlook.com"&gt;&#xD;
      
           psico.reis@outlook.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            BENZECRY, Daniela.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Drogadição, a Recuperação em A.A. e N.A. e a Espiritualidade
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – à luz da psicologia de C. G. Jung. Rio de Janeiro: Ed. Do Autor, 2017.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Organização Mundial da Saúde.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : CID-10 Décima revisão. Trad. do Centro Colaborador da OMS para a Classificação de Doenças em Português. 3 ed. São Paulo: EDUSP; 1996.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ZOJA, Luigi.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nascer não basta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            São Paulo: Axis Mundi, 1992.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-04-11+at+16.22.11.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 10 Jan 2023 17:25:55 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Práticas Integrativas</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/praticas-integrativas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Práticas Integrativas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olá Pessoal!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sou a Jessica Fernandes, Master Coach e Terapeuta Holossistêmica, e hoje trago para vocês algumas informações importantes sobre as Práticas Integrativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Práticas Integrativas e Complementares em Saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (PICS) são recursos terapêuticos que buscam a prevenção de doenças e da recuperação da saúde, com o objetivo de buscar o equilíbrio total do cliente, no campo emocional, físico e energético, por este motivo, essas práticas também tem o nome de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           holístico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – que do grego significa “todo” ou “inteiro”. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essas práticas podem trabalhar questões como: depressão, ansiedade, síndrome de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           burn out
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , estresse, insônia, compulsões, entre outras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No final da década de 70, a OMS (Organização Mundial da Saúde) inicia o incentivo as práticas integrativas, propondo o estudo e implementação destas, para melhorar o conhecimento relacionado a sua segurança, eficácia e qualidade. E já na década de 80, o Brasil começa a legitimar e institucionalizar essas abordagens, começando pela homeopatia, depois acupuntura, termalismo, fitoterapia, e após alguns anos de conferências e relatórios, em 03 de maio de 2006 é aprovada a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICS) no Sistema Único de Saúde (SUS)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante deixar claro que se tratam de técnicas INTEGRATIVAS e/ou COMPLEMENTARES e não substitutas! Ou seja, significa que o uso destas não exclui um tratamento medicamentoso, ou um acompanhamento médico, nem substitui o atendimento psicológico, essas técnicas servem para complementar o tratamento, buscando juntos a melhora do cliente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, em abril de 2022, temos 29 práticas integrativas a disposição pelo SUS, essas são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apiterapia – consiste em usar produtos derivados de abelhas para a promoção da saúde;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aromaterapia – utiliza as propriedades dos óleos essenciais para recuperar o equilíbrio e a harmonia do organismo, promovendo saúde física e mental;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artetarapia - é prática expressiva artística, visual, que atua como elemento terapêutico na análise do consciente e do inconsciente e busca interligar os universos interno e externo do indivíduo, por meio da sua simbologia, favorecendo a saúde física e mental;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ayurveda – utilizada para prevenir e curar doenças, podendo ser definido como uma maneira de viver, e não somente um sistema terapêutico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Biodança – é prática expressiva corporal que promove vivências integradoras por meio da música, do canto, da dança e de atividades em grupo, visando restabelecer o equilíbrio afetivo e a renovação orgânica;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bioenergética - trabalha o conteúdo emocional por meio da verbalização, da educação corporal e da respiração, utilizando exercícios direcionados a liberar as tensões do corpo e facilitar a expressão dos sentimentos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Constelação Familiar – técnica de psicoterapia breve, que utiliza das abordagens sistêmica, energética e fenomenológica, para auxiliar no diagnóstico de questões que acontecem com recorrência nos sistemas do indivíduo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cromoterapia – prática terapêutica que utiliza as cores para restauras o equilíbrio físico e energético do corpo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dança circular – prática expressiva corporal, geralmente realizada em grupos, para favorecer a aprendizagem e a interconexão harmoniosa e promover a integração humana, o auxílio mútuo e a igualdade visando o bem-estar físico, mental, emocional e social;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Geoterapia – consiste na utilização de argila, barro e lamas medicinais, assim como pedras e cristais, com objetivo de amenizar e cuidar de desequilíbrios físicos e emocionais por meio dos diferentes tipos de energia e propriedades químicas desses elementos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hipnoterapia - Conjunto de técnicas que, por meio de intenso relaxamento, concentração e/ou foco, induz a pessoa a alcançar um estado de consciência aumentado que permita alterar uma ampla gama de condições ou comportamentos indesejados, como medos, fobias, insônia, depressão, angústia, estresse, dores crônicas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Homeopatia - envolve tratamentos com base em sintomas específicos de cada indivíduo e utiliza substâncias altamente diluídas que buscam desencadear o sistema de cura natural do corpo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Imposição de mãos - implica um esforço meditativo para a transferência de energia vital (Qi, prana) por meio das mãos com intuito de reestabelecer o equilíbrio do campo energético humano, auxiliando no processo saúde-doença;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Yoga - Prática corporal e mental de origem oriental utilizada como técnica para controlar corpo e mente, associada à meditação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Medicina antroposófica/antroposofia aplicada à saúde - Atua de maneira integrativa e utiliza diversos recursos terapêuticos para a recuperação ou manutenção da saúde, conciliando medicamentos e terapias convencionais com outros específicos de sua abordagem, como aplicações externas, banhos terapêuticos, terapias físicas, arteterapia, aconselhamento biográfico, quirofonética;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Medicina Tradicional Chinesa – acupuntura - abordagem terapêutica milenar, que tem a teoria do yin-yang e a teoria dos cinco elementos como bases fundamentais para avaliar o estado energético e orgânico do indivíduo, na inter-relação harmônica entre as partes, visando tratar quaisquer desequilíbrios em sua integralidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Meditação - consiste em treinar a focalização da atenção de modo não analítico ou discriminativo, a diminuição do pensamento repetitivo e a reorientação cognitiva, promovendo alterações favoráveis no humor e melhora no desempenho cognitivo, além de proporcionar maior integração entre mente, corpo e mundo exterior;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Musicoterapia – utiliza de música e/ou seus elementos, como som, ritmo, melodia, harmonia, num processo facilitador e promotor da comunicação, da relação, da aprendizagem, da mobilização, da expressão, da organização;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Naturopatia - adota visão ampliada e multidimensional do processo vida-saúde-doença e utiliza um conjunto de métodos e recursos naturais no cuidado e na atenção à saúde;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Osteopatia - adota uma abordagem integral no cuidado em saúde e utiliza várias técnicas manuais para auxiliar no tratamento de doenças, entre elas a da manipulação do sistema musculoesquelético (ossos, músculos e articulações), do stretching, dos tratamentos para a disfunção da articulação temporo-mandibular (ATM), e da mobilidade para vísceras;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ozonioterapia - utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica, e promove melhoria de diversas doenças;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Plantas medicinais – fitoterapia - contemplam espécies vegetais, cultivadas ou não, administradas por qualquer via ou forma, que exercem ação terapêutica e devem ser utilizadas de forma racional, pela possibilidade de apresentar interações, efeitos adversos, contraindicações;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quiropraxia - atua no diagnóstico, tratamento e prevenção das disfunções mecânicas do sistema neuromusculoesquelético e seus efeitos na função normal do sistema nervoso e na saúde geral;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Reflexoterapia - utiliza estímulos em áreas reflexas – os microssistemas e pontos reflexos do corpo existentes nos pés, mãos e orelhas – para auxiliar na eliminação de toxinas, na sedação da dor e no relaxamento. Parte do princípio que o corpo se encontra atravessado por meridianos que o dividem em diferentes regiões, as quais têm o seu reflexo, principalmente nos pés ou nas mãos, e permitem, quando massageados, a reativação da homeostase e do equilíbrio nas regiões com algum tipo de bloqueio;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Reiki - utiliza a imposição das mãos para canalização da energia vital visando promover o equilíbrio energético, necessário ao bem-estar físico e mental;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Shantala - consiste na manipulação (massagem) para bebês e crianças pelos pais, composta por uma série de movimentos que favorecem o vínculo entre estes e proporcionam uma série de benefícios decorrentes do alongamento dos membros e da ativação da circulação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia Comunitária Integrativa - atua em espaço aberto e envolve os membros da comunidade numa atividade de construção de redes sociais solidárias para promoção da vida e mobilização dos recursos e competências dos indivíduos, famílias e comunidades;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia de Florais - utiliza essências derivadas de flores para atuar nos estados mentais e emocionais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Termalismo social/crenoterapia - consiste no uso da água com propriedades físicas, térmicas, radioativas e outras – e eventualmente submetida a ações hidromecânicas – como agente em tratamentos de saúde;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas são as técnicas aprovadas e disponibilizadas no SUS, porém existem mais milhares de práticas integrativas que podem auxiliar no seu tratamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Ministério da Saúde oferece alguns cursos introdutórios e gratuitos sobre algumas técnicas, se você é um profissional e quer ficar atento para recomendar alguma técnica ao seu paciente, ou se você gosta de estudar e aprender mais, confere no app ou no site deles. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O PsicoLight oferece algumas das técnicas acima de forma social, você se identificou com alguma? Tem interesse em fazer alguma? Me conta aqui nos comentários!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Abraços!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jessica Fernandes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instagram @jessiterapias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E-mail
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:terapeutajtfernandes@gmail.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           terapeutajtfernandes@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            REFERÊNCIA
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Saúde, Ministério da (org.).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Disponível em: https://aps.saude.gov.br/ape/pics. Acesso em: 29 abr. 2022.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-04-29+at+20.02.15.jpeg" length="176067" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 13 May 2022 13:10:14 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O conceito de interpretação na psicanálise</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/o-conceito-de-interpretacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Informação, esclarecimento e interpretação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Olá! Me chamo Thalita e sou psicóloga clínica. Nesse texto, voltado aos psicólogos, explico um pouco mais sobre três instrumentos essenciais e de grande utilidade em nossa prática:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a informação, o esclarecimento e a interpretação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São ferramentas que em sua essência se diferenciam, mas na prática podem se mesclar e serem utilizadas ou trocadas sem delimitações específicas, cabendo apenas distingui-las a fim de uma melhor compreensão teórica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A informação é utilizada para a correção de um erro, extrínseco ou que falte ao paciente. Nesse sentido, é importante verificar a sua validade e utilizar o ato de informar a fim de buscar o fato ou melhorar a compreensão da realidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não cabe eticamente ao terapeuta passar uma informação subministrando uma interpretação decorrente desta falta, pois dessa maneira causaria depreciação da ferramenta interpretativa e mais, propícia fantasias no paciente de que sempre opera-se no setting com segundas intenções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível pensar que em psicanálise o passar de uma informação ao terapeuta pode ser considerada uma transgressão à neutralidade, entretanto, ao informar simplesmente com o objetivo de suprir um dado faltante, carecendo deste por motivos fundamentalmente alheios, é pertinente e pode ser útil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As informações contratuais da terapia não se enquadram nesse contexto ao passo que estas são obrigações e procedimentos inerentes ao processo, mas sim de informações em que o terapeuta não sente-se obrigado a dizer. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O esclarecimento busca iluminar algo que o indivíduo sabe, mas não distintamente,  sendo que o conhecimento existe, mas diferentemente da informação a falha neste caso é um tanto mais pessoal, havendo uma falta de percepção por parte do paciente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No esclarecimento, a informação pertence ao paciente, mas esta não pode apreendê-la ou captá-la. A interpretação sempre se refere também a algo que pertence ao paciente mas do qual ele não tem conhecimento, sendo diferente do esclarecimento e da informação, a interpretação não pode referir-se senão ao paciente, pois é impossível ao terapeuta saber o que faz o outro, sabendo apenas o que se passa no aqui e agora, ou seja, o que aparece na sessão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A interpretação é uma maneira especial de informar, portanto precisa ser veraz, pertinente e objetiva. Deve acontecer de forma desinteressada, apenas com o intuito de proporcionar conhecimento. Ao interpretar, o terapeuta não deve preocupar-se com a forma que o paciente recebe a informação porque as palavras ditas sempre serão as mesmas e a forma com que estas são recebidas também são passíveis de novas compreensões na relação terapêutica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O conceito de informação e de interpretação coincidem o método psicanalítico, a teoria e a ética, sendo permitida a interpretação mas nunca o controle ou manipulação da conduta alheia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lowenstein (1951) diz em resumo que a interpretação é uma informação (conhecimento) que se dá e se refere ao paciente que provoca mudanças que conduzem ao insight. Logo, a finalidade das interpretações é a de produzir insights, mas não necessariamente o faz se o analisando não o quiser.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O insight é um processo muito específico, é a culminação de uma série de momentos de elaboração por meio de um longo trabalho interpretativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A interpretação é também uma forma de conexão de significados, o analista toma diversos elementos das associações livres do paciente e produz uma síntese que dá um significado diferente à experiência relatada. Uma conexão real e simbólica. A interpretação por si nunca desqualifica o relato, sendo retificável aproxima o analisando de sua vivência podendo este mudar seu ponto de vista, contrariamente à vivência delirante primária já estabelecida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A interpretação é sempre uma hipótese e por isso exposta à refutação. Quando formulada, torna-se autônoma e independe do analista que a diz ou do analisando que a recebe. Desse modo estabelece-se um sistema aberto de retroalimentação e regulação entre o homem e o mundo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A interpretação psicanalítica pertence ao mundo do inteligível, das ideias em sentido objetivo, o âmbito das teorias em si mesmas e de suas relações lógicas. Nesse sentido se faz necessário o deixar fluir destas menções, sem deter-se a forma delas, pois se esta toma o caráter de irrefutável, deixa de ser uma interpretação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso é uma hipótese que é feita pelo analista para comunicá-la, para ser dada. E sendo hipótese a única forma de testá-la é comunicando-a, sendo operativa portanto, pois possui em si natureza de teste, que ao ser testada promove mudanças. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse contexto é importante que a interpretação seja comunicada pelo analista de forma desinteressada, com apenas a intenção de que o analisando a receba e assim, mudará ou não conforme sua própria vontade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O afeto nesse sentido também se faz essencial, como forma de contribuir em conhecimento para com o analisando e nada além. A modificação da conduta não está incluída na intenção de informar, sendo essa talvez a essência do trabalho analítico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que define a psicanálise é que ela prescinde à sugestão, sendo a única psicoterapia que renuncia ao uso de placebos, como outras psicoterapias que utilizam a comunicação como tal.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então a intenção não é modificar o comportamento mas a informação do paciente, não pretendendo resolver conflitos mas promover o crescimento mental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se pudermos relacionar tais instrumentos ao esquema clássico da primeira tópica, a informação refere-se ao âmbito consciente, o esclarecimento ao pré-consciente e a interpretação ao inconsciente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONTATO:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Instagram:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/thalitacabrallauricella/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           @thalitacabrallauricella
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E-mail:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:thalau@gmail.com "&gt;&#xD;
      
           thalau@gmail.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           REFERÊNCIAS
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Etchegoyen, R. H. O conceito de interpretação. In: Fundamentos da Técnica Psicanalítica. Porto Alegre, Artmed, 2004.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cd6f805a/dms3rep/multi/Jacque%2BThalita.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 13 Apr 2022 03:39:29 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>A perspectiva da psicologia de Jung</title>
      <link>https://www.psicolight.com.br/a-perspectiva-da-psicologia-de-jung</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A perspectiva da psicologia complexa de Jung
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Olá! Me chamo Fernanda dos Reis, sou psicóloga clínica (CRP 08/ 32070) e membro da equipe de profissionais do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Psicolight
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , com cadastro específico (e-Psi) para realizar atendimentos de forma online.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilizo como referencial teórico para meus atendimentos a psicologia analítica de Carl Gustav Jung e busco auxiliar as pessoas que atendo a se individuarem, ou seja, a se tornarem-se cada vez mais quem elas realmente são.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No texto de hoje, irei apresentar um pouquinho sobre a perspectiva da psicologia complexa de Jung, explicando um pouco sobre o inconsciente, espero que gostem!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Carl Gustav Jung foi considerado um dos pioneiros da psiquiatria. Diretor da Clínica Psiquiátrica de Zurique, junto de Eugen Bleuer, realizou diversos estudos sobre a psique humana e se interessou especificamente pela psicanálise de Freud.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de seus estudos sobre a psicanálise, Jung encontrou divergências entre seu pensamento e o pensamento de Freud, ocasionando a ruptura entre os dois autores. Uma destas divergências encontra-se no próprio conceito de inconsciente, tendo em vista que Freud o compreendia como de natureza exclusivamente pessoal (KERR, 1997).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diferente de Freud, Jung tem uma perspectiva não só pessoal, mas também coletiva do inconsciente. Para o autor, o inconsciente pessoal, que tem sua origem em experiências e/ou aquisições pessoais, repousa sobre uma camada inata da psique, o inconsciente coletivo (JUNG, 2000).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, Jung define que o ser humano possui dois tipos de inconsciente, estando presentes diferentes conteúdos em cada um destes. Por um lado, os conteúdos do inconsciente pessoal que são principalmente os “complexos de tonalidade emocional, que constituem a intimidade pessoal da vida anímica” (JUNG, 2000, p. 16) e, por outro lado, os conteúdos do inconsciente coletivo que são chamados arquétipos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além dos arquétipos, os instintos também se encontram presentes no inconsciente coletivo. Jung definiu este inconsciente dessa forma pelo fato de não ser constituído de conteúdos individuais, mas sim de conteúdos universais. Por ser um fenômeno da natureza, o instinto é considerado universal e, consequentemente, coletivo - assim como os arquétipos (JUNG, 2000 b).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto o inconsciente pessoal é constituído essencialmente de conteúdos que já foram conscientes e no entanto desapareceram da consciência por terem sido esquecidos ou reprimidos, os conteúdos do inconsciente coletivo nunca estiveram na consciência e portanto não foram adquiridos individualmente, mas devem sua existência apenas à hereditariedade (JUNG, 2000, p. 53).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, o inconsciente coletivo consiste de “formas preexistentes, arquétipos, que só secundariamente podem tomar-se conscientes, conferindo uma forma definida aos conteúdos da consciência” (JUNG, 2000, p. 54).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas afinal, o que são arquétipos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Resumidamente, os arquétipos existem a priori e são tipos arcaicos ou primordiais de imagens universais que existiram desde os tempos mais remotos e estão presentes no inconsciente coletivo de todos os seres humanos. Podem ser expressos de diversas maneiras e transmitidos segundo a tradição, como sob a forma de ensinamentos esotéricos, mitos e contos de fadas. Quando estes conteúdos coletivos se transformam em fórmulas conscientes, deixam de ser conteúdos do inconsciente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Os arquétipos também podem ser manifestados em sonhos e em visões, neste caso de uma maneira mais imediata das citadas acima, visto a menor influência da elaboração consciente em sua manifestação (JUNG, 2000).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo Jung (2008), os arquétipos não devem ser pensados como imagens fantásticas, mas sim como fatores permanentes e autônomos. “O arquétipo representa essencialmente um conteúdo inconsciente, o qual se modifica através de sua conscientização e percepção, assumindo matizes que variam de acordo com a consciência individual na qual se manifesta” (JUNG, 2000, p. 17).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre partimos do pressuposto ingênuo de que somos os senhores em nossa própria casa. Deveríamos habituar-nos, no entanto, com a ideia de que mesmo em nossa vida psíquica mais profunda, vivemos numa espécie de casa cujas portas e janelas se abrem para o mundo: os objetos e conteúdos deste último atuam sobre nós, mas não nos pertencem (JUNG, 2011, p. 81-82).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONTATO:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://sites.google.com/view/psicoterapiaanaliticaonline/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Site Psicóloga Fernanda Reis
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Instagram:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/psicologia.e.alma/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           @psicologia.e.alma
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E-mail:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:psico.reis@outlook.com"&gt;&#xD;
      
           psico.reis@outlook.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           REFERÊNCIAS
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            KERR, John. Um método muito perigoso. Imago, 1997;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            JUNG, Carl Gustav. Aion: Estudos Sobre o Simbolismo do Si-Mesmo. CW vol. 9/2. 7ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Eu e o Inconsciente. CW vol. 7/2. 22ª ed. Petrópolis: Vozes, 2011;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os Arquétipos e o Inconsciente coletivo. CW vol. 9/1. 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 2000; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
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